Não pergunte. Eu não sei dizer se gosto ou desgosto. Não sei explicar esse meu momento de simplesmente não saber das coisas. Afinal, sempre fui a mulher das decisões mais firmes que eu tive o prazer (ou desprazer, eu também não sei dizer) de ter conhecido um dia. Mas hoje, especialmente hoje, não consigo saber se uso o pingo do i de sim ou desenho bem o til do não. É quase impossível decidir entre o dia e a noite, o branco e o preto. Acho que vou voltar ao que era antes: tomar o mundo de uma só vez, em um gole só.
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